ÒKÉ ARÔ - Aí vem a Aurora, é música contemporânea integrada à arte visual. Show, espetáculo audiovisual, happening, performance multimídia, em uma linguagem híbrida e genuína da poesia do canto e dos tambores, com as novas mídias, batidas eletrônicas e imagens em movimento. Inspirado na tradição das raízes preservadas da ancestralidade, como o pioneirismo Afrobeat de Fela Kuti, a métrica do Hip Hop, o desafio do Repente, a cadência do Samba, a poesia dos mestres do Jongo. ÒKÉ ARÔ - Aí vem a Aurora é um convite à contemplação dos sentidos, audição e visão, amplificando a gênese da cultura popular urbana, através da pesquisa e releitura antropológica. Um Neo-Oriki, como difusão da Cultura Brasileira, proveniente da grande diversidade cultural e étnica que compõem o país, revelando assim, todo o caráter criativo, presente no cotidiano das grandes cidades.
A banda nasceu da parceria de três artistas.:Paula Pretta, autora das letras dos orikis, cantora, atriz, compõe melodicamente os ritmos das grandes metrópoles, aliada aos elementos de sua ancestralidade, através da observação da diversidade, traduzindo musicalmente sua beleza rítmica e melódica. O canto forte e contundente forma as imagens das palavras com sua voz, nas mentes e nos corações, despertando as pessoas do estado de apatia contemplativa à urgência e à vitalidade da ação. Paula desenvolve uma musicalidade capaz de alimentar a produção contemporânea, pois contracena com a cultura libertária das ruas, em contínua mutação.Théo Werneck, músico, cantor e produtor musical, artista plástico de formação. Seu trabalho junto a Paula nas composições das bases, vem reforçar a atenção antropológica na pesquisa de loopings e batidas na raiz da cultura afro-brasileira, misturando-as com riffs e instrumentos de corda (os sons de violões, guitarras, bandolins e banjo foram todos tocados por Theo), ao samba, ao som do pandeiro com as batidas de rua, o urbano e a ancestralidade caminhando juntos. O amor e o respeito pela oralidade da transmissão do conhecimento como usina de criação e perpetuação da cultura. As Estratégias da Liberdade.
Giuliano Scandiuzi, DVJ SCAN, arquiteto, diretor de arte e artista multimídia, atuante na pesquisa de linguagens visuais e sonoras. Edição, câmeras, fotos, vídeos que contracenam com a musicalidade ancestral contemporânea. Responsável pelo cenário em constante movimento para ampliar, intensificar a contemporaneidade, transmitindo e exibindo ao vivo, em sincronia com a música, as imagens da cultura universal brasileira e africana, bem como atuando no sentido da conscientização da preservação da natureza e da cultura dos povos tribais.






