É assim que a nova geração se refere ao músico e compositor Marku Ribas.
Sua múltipla e rica música é uma mistura de variados ritmos brasileiros com elementos afros do Caribe, balanço black, jazz, entre tantas outras tendências que ele apresenta em seu sincretismo.
Dono de uma discografia ímpar e participações em vários trabalhos de outros artistas, oito filmes longa-metragem (dois na França e seis no Brasil), dois documentários e muitos shows pelo mundo afora.
Nos últimos anos, Marku desenvolveu parcerias com nomes da nova geração da música brasileira, como Clube do Balanço, Ed Motta, Max de Castro, Arnaldo Antunes, BiD, Barbatuques, Paula Lima, Curumin, Os Opalas, Marcelo D2, entre outros.
Trajetória interessante fez “Zamba Ben”, uma de suas músicas mais conhecidas, que virou cult em baladas por todo o país como o "hino do samba-rock", tendo sido sampleada por vários DJs e regravada por outros artistas.
Marku gravou com grandes músicos, tais como Chico Buarque, João Donato, Wilson das Neves, Edison Machado, Erlon Chaves, Raul de Souza, Romero Lubambo, Arthur Maia, Maurício Einhorn, Sebastião Tapajós, Luizão Maia, Sivuca, entre outros.
Com Mick Jagger, participou do videoclipe da música “Just another night” (Rio de Janeiro, 1984), e com os Rolling Stones, no disco “Dirty Work” (Paris, 1985, na faixa “Back to Zero”), abriu o show de James Brown em Barbados (1974), do contrabaixista Ron Carter na Ilha de Martinica (Teatro Olímpia, 1971), foi o único brasileiro a se apresentar durante as comemorações da Independência da Namíbia (África), em 1990.






