Sendo a música uma forma de manifestação das mais sublimes, que nasce do desejo de compartilhar sentimentos, sejam eles de alegria ou tristeza, a construção de suas melodias sempre permeadas por emoções, nos conduzem a transformações tanto nos nossos modos de ser, quanto há realidades em que vivemos, alterando nossos estados de espírito e pensamentos. Ou como diria Theodor W. Adorno, “... a música constitui, ao mesmo tempo, a manifestação imediata do instinto humano e a instância própria para seu apaziguamento”.
O Grupo “Choro em linha de passe” acredita no valor da nossa música brasileira e é ela que desperta a dança de nossas deusas e entoa nossos ritos, construindo a identidade de nosso povo. A partir das canções de lutas e paz em tempo de bossas e choros, tocando suavemente pelos ouvidos de nosso público, com notas açucaradas e ao mesmo tempo com a malebolência de um craque de futebol. Misturamos ginga, beleza e paixão.
À vontade de fazer boa música, a afinidade entre os componentes aconteceu como num passe da mágica e as canções fluíram de nossos instrumentos como mandingas improvisadas cheias de poder.
Começamos na noite, avançamos o dia e estamos por ai com nossa música, ou como diria Milton Nascimento “todo artista tende ir onde o povo está” e é assim que se desenrola nossa história, com a habilidade de Rafael Esteves (Bandolim), as mãos mágicas de Lipe Canindé (Violão 7 cordas) e o toque certeiro de Tico Macambira (pandeiro) nasce “Choro em linha de passe”. E Salve!!!






